Diz acordar
Mas fecha os olhos pro que vê
Não há porquê de levantar
Diz acordar
Mas fecha os olhos pro que vê
Não há porquê de levantar
E se diz capaz
De erguer o rosto e enfrentar a vida
Bebe teu café sem pressa
Pois temos tempo à perder
Já que não se sabe do amanhã
Não se sabe o que será
Bebe teu café sem pressa
Pois temos tempo à perder
Já que não se sabe do amanhã
Não se sabe o que será
E se diz cansada
De erguer o rosto e esperar a vida
Vai demorar
Vai demorar
Não creia
Não creia
Não creia
Não creia
A persistência por tempos prolongados leva a desistência
Estamos nas mãos da conveniência, nosso corpo luta e sofre sob a resistência
Resistência
Desistência
Resistência
Desistência
Persistência
Inconveniência
Entre prazos apertados
Advertência
Entre braços apertados
Incoerência
E o amor
Diz acordar
Mas fecho os olhos pro que vejo
Não há porquê de me entregar
E me diz capaz
De erguer o rosto e encarar
E se diz cansado
De erguer meu rosto e tentar
Vai demorar
Vai demorar
Não creio
Não creio
Não creia, amor
Não creia
A persistência por tempos prolongados leva a desistência
Estamos nas mãos da conveniência, nosso corpo luta e sofre sob a resistência
Resistência
Desistência
Resistência
Desistência
Nenhum comentário:
Postar um comentário